Não queres enxergar ou não enxergas o que há?
Tudo ao nosso redor tem uma imargem turva
Que se lança entreolhares ofuscados e confusos
Alvejados por uma realidade cruel e embasada.
As verdades utópicas que nos perseguem
Deixam rastros de incerteza afogadas em magoas frias
E vagam por ai, pela escuridão,perpetuando a dúvida linear
Através de bocas que mordem os nossos ouvidos com a palavra crua.
Rasgando o austero reto,as lapidadas idéias genitais
Atravessam a verada breu e deserto dos jubilosos
Re-ves-tindo carácteres de melancolia "pós lograr"
Percorrendo labirintos invisíveis com lábios de sínico fel
Lambem aureolas esquizofrênicas e vulvas caoticodepressivas.
Cuspido por Ruan Brujo!
terça-feira, 17 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Notas mortas
O que se ouvi são notas mortas
Uma música sem som, mais que toca na alma
Das pessoas idiotas, por que essa música
Quem toca não são pessoas engraçadas.
Uma música sem som, mais que toca na alma
Das pessoas idiotas, por que essa música
Quem toca não são pessoas engraçadas.
Quero a graça do sarcarsmo
Debochar do profano e num gole de cachaça
Tudo se transforma em anotações sem nexo
Pro complexo, esse ai eu nem ligo
Saiu cantarolando coisas sem sentido.
Debochar do profano e num gole de cachaça
Tudo se transforma em anotações sem nexo
Pro complexo, esse ai eu nem ligo
Saiu cantarolando coisas sem sentido.
Desinibido e com sorriso satírico
De sotaque xulo e ameaçador
O olhar aguçado pras coisas mundo
Pra tudo, tudinho e mais um pouco
Quem sabe até,prum olhar despercebido
E fazendo notas mortas eu te seduzo para fundo abismo.
De sotaque xulo e ameaçador
O olhar aguçado pras coisas mundo
Pra tudo, tudinho e mais um pouco
Quem sabe até,prum olhar despercebido
E fazendo notas mortas eu te seduzo para fundo abismo.
Cuspido por Ruan Brujo!
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