Não queres enxergar ou não enxergas o que há?
Tudo ao nosso redor tem uma imargem turva
Que se lança entreolhares ofuscados e confusos
Alvejados por uma realidade cruel e embasada.
As verdades utópicas que nos perseguem
Deixam rastros de incerteza afogadas em magoas frias
E vagam por ai, pela escuridão,perpetuando a dúvida linear
Através de bocas que mordem os nossos ouvidos com a palavra crua.
Rasgando o austero reto,as lapidadas idéias genitais
Atravessam a verada breu e deserto dos jubilosos
Re-ves-tindo carácteres de melancolia "pós lograr"
Percorrendo labirintos invisíveis com lábios de sínico fel
Lambem aureolas esquizofrênicas e vulvas caoticodepressivas.
Cuspido por Ruan Brujo!
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